Virando ruas e descobrindo caminhos, cantando versos, imaginando luas,
seguindo estrelas, perdendo rumos,
vislumbrando sonhos que partem do nada,
descendo do alto iimaginario,
mergulhando num mar de coisas e cores
engolindo as cifras e os acordes,
os brilhos e as fantasias,
transformando tudo isso em poesia,
onde os versos sigam retas
sobre estradas curvas e escorregadias,
soltas numa descida sem fim,
iludindo ohos vazios
corações desconpassados e em desvario,
num vai e vem sem fim,
num bate e rebate até disparar de vez,
e o mundo gira e revira de pernas pro ar...
E se segue assim, caminhando, contando historias,
cantando melodias de um tempo qualquer,
rebuscando num fundo de bau o melhor de si,
e sopra ao vento tudo que um dia foi esconderijo de ideias,
sentindo o poder de disseminar seu próprio grito de alerta
e deixar em todo o lugar seus versos, suas canções e sua historia
Celso 03/07/2012
.num vai e vem sem fim,
num bate e rebate até disparar de vez,
e o mundo gira e revira de pernas pro ar...
E se segue assim, caminhando, contando historias,
cantando melodias de um tempo qualquer,
rebuscando num fundo de bau o melhor de si,
e sopra ao vento tudo que um dia foi esconderijo de ideias,
sentindo o poder de disseminar seu próprio grito de alerta
e deixar em todo o lugar seus versos, suas canções e sua historia
Celso 03/07/2012

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