Os insensíveis, os menos susceptíveis, os desavisados,
os tolos de alma e coração, os presos a preconceitos e defeitos,
aqueles que não sabem definir seu próprio espaço,
que não conseguem se entregar sem duvidas ou medos,
que não se deixam viver intensamente sua própria vida,
os incrédulos daquilo que, uma grande paixão lhes pode proporcionar...
não sentem, não se deixam avisar, não crescem como alma,
não se desprendem de nada, não ganham noções de onde,
nem como estão, não se entregam, não vivem,
e continuam sem saber o quanto é maravilhoso se apaixonar, amar...
(Celso, fevereiro, dia 10 ano 2006)

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