Toque, que nas costas nuas,
nas tuas, arremessa-me ao desejo
de continuar a roçar com mãos de anjo,
sentindo seu calor
e tocando vou,
o seu corpo tremulo frívolo e arisco,
como se bailando estivesse
um balé sem rítimo sem coordenação,
sem musica, uma dança que o corpo apresenta
ao sentir o desejo de se entregar
aos prazeres do toque
o toque que toca a alma lá no fundo
que parece abraçar o coração
que parece envolver-te no espírito
o toque, apenas ele
Celso, novembro de 2009

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